segunda-feira, 30 de junho de 2014

A Suécia será um país de terceiro mundo em 15 anos por causa da influência socialista

Suécia Soviética? Nação que no passado era modelo se transformando em país de terceiro mundo

Dale Hurd
ESTOCOLMO, Suécia — Quando o presidente Barack Obama visitou a Suécia no ano passado, ele expressou sua profunda admiração pelo modelo sueco. Mas isso deveria deixar os americanos um pouco nervosos.
Um relatório da ONU diz que a Suécia será um país de terceiro mundo em 15 anos, abaixo da Líbia e Bulgária. A Suécia é uma sociedade que crê que está avançando para o futuro, mas os críticos avisam que ela está avançando para o fundo do buraco.
A Suécia tem sido um laboratório de todos os tipos de experimentos sociais: os líderes suecos estão tentando construir a sociedade perfeita.
O país tem sido comparado a duas nações que também tentaram construir sociedades perfeitas: a Coreia do Norte e a União Soviética.
Na Suécia, se você não gosta do jeito que eles estão construindo a utopia, você não será fuzilado como na Coreia do Norte, mas poderiam tornar sua vida bastante desagradável, muito rapidamente.

Uma Sociedade Perfeita?

Um vídeo do YouTube, em inglês, mostra um jornalista de um dos principais tabloides da Suécia, o Expressen, confrontando um sueco em seu lar.
O homem, um professor, fez o que achou eram comentários negativos anônimos num site sobre problemas que os imigrantes estão provocando na Suécia.
Mas hackers esquerdistas ajudaram o jornal a rastreá-lo e outros como ele de modo que pudessem ser expostos diante da nação inteira como racistas. Outro homem, um gerente, foi demitido por causa disso.
A elite esquerdista da Suécia, junto com seus meios de comunicação, crê que a base principal de sua sociedade perfeita é o multiculturalismo: imigração em grande escala de algumas das nações mais pobres e atrasadas do mundo. Os suecos que discordam desse plano arriscam ser rotulados de racistas, fascistas e até nazistas.
“A imigração é o ponto de partida e o ponto de chegada. É o ponto mais importante para se provar que você é amistoso com os estrangeiros, que você é amistoso com a imigração,” disse Mikael Jalving, jornalista dinamarquês e autor do livro Absolut Sweden.
“Tudo se resume à sua postura sobre imigração, se você é hostil a ela. Logo que é ‘provado’ que você é hostil, você é marginalizado. Logo que ‘provam’ que você é racista ou fascista ou nacionalista, que é quase tão ruim, você não pode ter nenhum postura ou ponto-de-vista legítimo,” explicou ele.
Não importa se o modelo de imigração da Suécia está fracassando de forma miserável, se os testes escolares na Suécia estão caindo ou se o crime em algumas áreas está subindo nas alturas. Os imigrantes passaram uma semana incendiando o subúrbio Husby de Estocolmo um ano atrás.
Muitos judeus agora vivem com medo de ataques de imigrantes muçulmanos e estão deixando a Suécia.
Amun Abdullahi, jornalista de uma rádio sueca, partiu no ano passado e voltou para sua pátria, a Somália, depois que ela sofreu ataques na mídia sueca por causa de uma reportagem noticiosa sobre o radicalismo dos imigrantes muçulmanos na Suécia.
Ela disse na televisão sueca que Mogadishu, na Somália, era mais segura do que as áreas de imigrantes em Estocolmo.

Suécia ao estilo stalinista

E esqueça a mistura racial ao estilo americano em que os imigrantes algum dia aprenderão a se tornar suecos. Na Suécia, isso é ideia racista também.
Jalving disse que os suecos são obrigados a aprender com os imigrantes, não o contrário. Comprovadamente, a elite sueca tem um ódio comprovado da cultura sueca.
“Assimilação está completamente fora de cogitação,” Jalving disse a CBN News. “Todos os principais partidos ririam [da palavra ‘assimilação’]. [Para eles] a palavra ‘assimilação’ é uma palavra nazista.”
A CBN News falou com vários jornalistas que descreveram uma atmosfera de estilo stalinista em que os cidadãos da Suécia agora têm medo de dizer qualquer coisa que poderia fazer com que eles fossem rotulados de “racistas” nos meios de comunicação.
“Se apontam para você e dizem que você é racista, então você não terá emprego, carreira, você pode perder sua família. Você não terá nenhum futuro,” disse a jornalista sueca Ingrid Carlqvist.
Carlqvist e o jornalista dinamarquês Lars Hedegaard dirigem o jornal Dispatch International, que faz cobertura de questões como imigração que a grande mídia da Suécia ignora.
Mas Carlqvist confessa que seu plano de manter um jornal tradicional fracassou porque os suecos estão assustados demais para ter a coragem de receber o jornal em seus lares.
“O medo é: e se o carteiro visse que você recebe esse jornal, ou se o seu vizinho visse? Então eles poderiam pensar que você é racista ou que você odeia muçulmanos,” disse Carlqvist.
“Achávamos que poderíamos fazer um impacto. Ainda achamos que podemos fazer um impacto, mas está difícil,” disse Hedegaard.
Dispatch International teve uma queda nas assinaturas online também, depois de frequentes ataques de hackers porque os suecos estavam de novo com medo de serem expostos. O site agora sobrevive mediante doações

Um País de Terceiro Mundo?

A Suécia se tornou uma nação em que alguns pontos-de-vista são simplesmente perigosos demais até para se ler.
“O que alguns pais suecos aconselham seus filhos hoje é não interferir na discussão pública, não expressar ideias tão chamadas ‘radicais’ acerca disto ou daquilo que critica o consenso na Suécia,” Jalving disse. “Eles serão prejudicados de uma forma ou de outra. Os suecos querem proteger seus filhos.”
“Essa é uma situação muito ruim porque você então vive num país em que você não pode resolver nenhum problema. Você nem mesmo sabe quais são os problemas,” disse Hedegaard.
Hedegaard, que é dinamarquês, quase foi morto no ano passado em Copenhague por um imigrante que chegou à sua porta e disparou um tiro nele.
Carlqvist, que é sueca, decidiu partir da Suécia por causa da perseguição que sofrem os que têm opinião diferente.
A Suécia não vai se tornar um país de terceiro mundo amanhã. Mas de acordo com um relatório, um dia será.
“Tínhamos um país perfeitamente bom,” Carlqvist disse. “Um país rico, um país legal, e em poucos anos, esse país desaparecerá.”
*Dale Hurd fez essa reportatem diretamente de Malmö, Suécia e Copenhague, Dinamarca.
Traduzido por Julio Severo do artigo da CBN News: Soviet Sweden? Model Nation Sliding to Third World
Leitura recomendada:


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Livro gratuito: http://bit.ly/11zFSqqNovo Testamento gratuito em mp3 dramatizado com música

domingo, 29 de junho de 2014

Sugestão de leitura: O Verdadeiro Che Guevara - e os idiotas úteis que o idolatram - Acompanha um DVD com o documentário: "GUEVARA: anatomia de um mito" by Humberto Fontova (Jornalista, cientista político e mestre em estudos latino-amercianos pela Universidade de Tulane e fugitivo de Cuba)

Sugestão de leitura: O Verdadeiro Che Guevara - e os idiotas úteis que o idolatram - Acompanha um DVD com o documentário: "GUEVARA: anatomia de um mito" by Humberto Fontova (Jornalista, cientista político e mestre em estudos latino-amercianos pela Universidade de Tulane e fugitivo de Cuba)

Clique no link abaixo para acessar maiores informações:
http://historiareformacional.blogspot.com.br/2014/06/sugestao-de-leitura-o-verdadeiro-che.html 

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A Dívida Pública por Maria Lucia Fattorelli no Lançamento oficial do Núcleo SP da Auditoria Cidadã da Dívida



Publicado em 05/10/2013

AULA ABERTA: A DÍVIDA PÚBLICA DO BRASIL
por Maria Lucia Fattorelli

- Lançamento oficial do Núcleo SP da Auditoria Cidadã da Dívida

Auditório da Escola de Aplicação - USP (São Paulo/SP) - Dia 08/08/2013

AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA é uma associação, sem fins lucrativos, que possui os seguintes objetivos, conforme Estatuto Social:

Art. 2º. A Associação tem como objetivos:

I -- Realizar, de forma cidadã, auditoria da dívida pública brasileira, interna e externa, federal, estaduais e municipais.

II -- Demonstrar a necessidade do cumprimento do disposto no artigo 26 do ADCT da Constituição Federal de 1988, que prevê a realização da auditoria da dívida externa.

III -- Exigir a devida transparência no processo de endividamento brasileiro, de forma que os cidadãos conheçam a natureza da dívida, os montantes recebidos e pagos, a destinação dos recursos e os beneficiários dos pagamentos de juros, amortizações, comissões e demais gastos.

IV -- Exigir a devida transparência do orçamento fiscal, de forma que os cidadãos conheçam detalhadamente todas as fontes de recursos públicos e sua respectiva destinação.

V -- Mobilizar a sociedade em ações coordenadas para a exigência do cumprimento do dispositivo constitucional que determina a realização da auditoria da dívida.

VI -- Promover estudos e pesquisas relacionados com o tema do endividamento público brasileiro.

VII -- Popularizar a discussão do endividamento público por meio da elaboração de publicações, manutenção de página na internet e promoção de eventos.

VIII -- Estabelecer relações com outras entidades e redes nacionais e internacionais com o objetivo de realizar estudos, cooperar com processos de auditoria da dívida em outros países, divulgando a auditoria como ferramenta de investigação do processo de endividamento e como meio para articulação internacional de países endividados.

Para mais informações acesse: www.auditoriacidada.org.br

Acompanhe nossa página no facebook:https://www.facebook.com/auditoriacid...

Faça parte dessa luta!

Créditos

Câmeras: Sóstenes Matusalém, Bruno Fraga e Sergio
Edição e captação de áudio: Remi Chatain
Gráficos: Babi Vieira
Agradecimento: AllVivus e equipe de audiovisual e informática da FEUSP

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Decreto 8243: Economista explica os efeitos destrutivos para a economia do Brasil



Decreto 8243: Economista explica os efeitos destrutivos para a economia do Brasil



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A edição do decreto 8243 pela presidente Dilma Rousseff é por si só um ato ditatorial. Ele prevê o controle da nação por grupos tutelados pelo próprio governo, chamados de “sovietes brasileiros”.
Para quem não sabe, as eleições em Cuba são feitas dessa forma. Os “ditos” órgãos sociais que são mantidos, tutelados e monitorados pelo governo, votam em quem o governo quer; justamente por isso, Fidel Castro se manteve como ditador de Cuba por mais de 50 anos.
O governo brasileiro admira e apoia esse tipo de regime, o qual é mantido não somente em Cuba, mas também na China, Coréia do Norte e Venezuela. Nosso país ajuda essas ditaduras com recursos materiais e financeiros, como no caso da construção do porto cubano de Mariel, que sabemos que nunca pagarão de volta o valor investido.

sábado, 14 de junho de 2014

Cura para o nosso fetiche por velocidade – A Sociedade Cristã Orgânica

Cura para o nosso fetiche por velocidade – A Sociedade Cristã Orgânica

13 de junho de 2014 - Roark Mitzell
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Eu descobri um certo espírito imprudente dentro da nossa economia moderna, no qual todos aparentam querer se livrar das restrições legítimas para satisfazer paixões desordenadas – e com uma urgência de fazê-lo rapidamente. Não estou sozinho em minha avaliação. Em seu livro, “Return to Order: From a Frenzied Economy to an Organic Christian Society – Where We’ve Been, How We Got Here and Where We Need to Go” (1), o autor John Horvat cunha o termo “intemperança frenética” para descrever este impulso agitado, explosivo e implacável, que tantas vezes se manifesta no mercado.
Este termo, intemperança frenética, realmente atinge o ponto. Acho que um de seus principais componentes é, certamente, o nosso fetiche por velocidade.
Um fetiche pode ser definido como “uma atividade ou objeto tornando-se uma fixação de alguém, que dedica uma quantidade de tempo compulsiva, e/ou pensada para isso”. Eu sugiro que a sociedade moderna (particularmente pós-anos setenta) e as gerações subsequentes têm sucumbido a um vício de “velocidade”, que é o ato de mover-se rapidamente. Estranhamente, a palavra “velocidade” vem de uma palavra inglesa arcaica, “spaed”, que significa “riqueza, poder, sucesso” – semelhante a “spowan”, que denota “prosperar ou ser bem-sucedido”.
De alguma forma, o conceito de sucesso (do inglês arcaico) trouxe ao nosso presente a definição de movimento rápido. É aí que se encontra uma parte do nosso dilema atual.
Este fetiche por velocidade nem sempre é bem-sucedido. Algumas semanas atrás, eu me deparei com a parte final de um programa de notícias; que chegou à característica final do interesse humano. Nesse segmento, um entendido cliente de supermercado oferecia um sistema para melhorar a circulação pelos corredores. E mais: ele desenvolveu uma equação para descobrir qual fila do caixa se moveria com mais rapidez. Além da complexidade da equação, o consumidor levou cinco minutos para calcular cada fila. Isso significa que, se você estiver numa loja com oito filas ocupadas, levará 40 minutos para calcular a fila mais rápida.
Isso me parece um grande exemplo de como somos encorajados a encarar a vida sob tal perspectiva: gastar muito tempo para economizar tempo; mesmo quando não é possível. Estamos especialmente condicionados a aceitar essa mentalidade que é, implícita e explicitamente, vendida pela publicidade.
Tendo isso em vista, comecei a prestar atenção aos comerciais – e tudo está voltado para a velocidade.
Naquela noite, eu vi o comercial de um carro cujo maior atributo é ser mais rápido que a chita. Esqueça o consumo de combustível, a segurança ou o custo. Este carro ia além! Em seguida, apareceu um esfregão de cozinha que poderia limpar o chão na metade do tempo, para que você possa ir até a varanda, beber chá e visitar seus vizinhos imaginários (cujos nomes você, provavelmente, nem sabe).
Claro, o especialista em fitness também apareceu, dizendo que você podia ficar incrível em 90 dias. E o que dizer das bebidas energéticas que permitiriam a você uma melhor utilização do tempo, ajudando-o a continuar supercarregado, por mais tempo?
Intrigado pelos comerciais, comecei a prestar mais atenção aos sinais nas ruas e nas vitrines, anúncios em revistas, e em qualquer outro lugar. Em nenhum momento me convenci, e encontrei provas convincentes, de que temos um fetiche por velocidade em nossa cultura. Como mencionado anteriormente, um fetiche é um desequilíbrio. É qualquer coisa que você coloque mais importância do que intrinsecamente vale. Esta relação pode se transformar em adoração, veneração e, finalmente, numa fixação que anula a razão ou a lógica, e domina a vida de uma forma extraordinária e antinatural.
Com este domínio em mente, eis o que eu comecei a notar. Nós, é claro, gostamos de “fast food”, que já foi uma opção “rápida” e de baixo custo. Esses dias são história. E ainda temos os mercados de bairro, seis distribuidores de cerveja, e os “drive-thrus” (para poupar tempo). Não devemos esquecer as lojas de conveniência, que podemos contar após sacarmos o dinheiro de um caixa eletrônico. Para as questões particulares, ou necessidades, podemos sempre recorrer ao reembolso rápido, solicitar uma cópia instantânea, levar o animal de estimação a uma clínica veterinária 24 horas, ter documentos assinados e selados por cartórios ágeis.
Pela conveniência caseira, temos a espuma de barba “rápida” (para os homens no início do dia), seguida de um café da manhã com aveia instantânea. Mais tarde, com as refeições, você pode economizar tempo com o arroz do “minuto”, o purê de batatas instantâneo, os bifes, e adicionar a isso uma xícara de café instantâneo. Para se comunicar, a discagem rápida é essencial. Com os mais rápidos provedores de internet, você pode otimizar um pouco mais o tempo no computador se adquirir um programa “perca peso rápido”; tomar algumas pílulas para queimar gordura rapidamente ou, melhor ainda, grampear o seu estômago.
O resultado é que criamos (e compartimentamos) tempo para trabalhar e jogar, e preenchemos a civilização com economia do trabalho – e com dispositivos que poupem tempo. Porém, uma das nossas maiores reclamações é: “Eu não tenho tempo suficiente!”.
Verdade seja dita, a nossa insaciável mania de economizar tempo tornou-se um fetiche por velocidade, que finalmente alimenta a si mesmo; uma espécie de unidade para se mover, manipular e gerenciar vários componentes e compartimentos da nossa vida, de amigos a familiares, para trabalhar e jogar, para a produção e o consumo – a uma velocidade cada vez maior.
Se a intemperança frenética representa uma unidade que desfaz todas as restrições econômicas, então, ela certamente compartilha uma relação simbiótica com o nosso fetiche por velocidade. Esta unidade proclama que a felicidade é encontrada na satisfação dos desejos (através de bens) ou na conquista do sucesso financeiro/monetário. E tudo isso deve ser feito rapidamente, para que possamos ter a verdadeira felicidade.
No entanto, a “felicidade” das compras instantâneas – ou do sucesso financeiro – é uma ilusão. Essas relações não são nem rentáveis nem orgânicas, e vão terminar numa espiral de ganância, impetuosidade emocional e, eventualmente, num ponto de inflexão; que eu acredito que levará a um desastre socioeconômico de proporções bíblicas.
A resposta está em uma visão descrita em “Return to Order”, que propõe uma volta aos princípios que deram origem a uma sociedade promotora da humanidade e da arte, bem como da produção e do lucro. Trabalhando dentro de um sistema de valores morais, precisamos retornar a uma economia que equilibre as necessidades do produtor e do consumidor. É a visão alentadora de uma Sociedade Cristã Orgânica, que oferece uma economia equilibrada, com uma cadência fundamentada e medida, que não é nem um fantástico sonho indescritível, nem uma utopia paradisíaca. É uma sociedade como deveria ser – sem o fetiche por velocidade.
_______________________
(Tradução: Fabio Ramos)
1 – Título da obra: “Retorno à Ordem: Da Economia Frenética à Sociedade Orgânica Cristã – Onde Estivemos, Como Chegamos Aqui e Para Onde Precisamos Ir”, de John Horvat II, em tradução livre.

Fonte: http://ipco.org.br/ipco/noticias/cura-para-o-nosso-fetiche-por-velocidade-sociedade-crista-organica#.U5x3PvldWyk

sexta-feira, 13 de junho de 2014

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Dinâmica 5 – “Globalização do Mal” - Os Pilares do Nazismo

Dinâmica 5 – “Globalização do Mal” - Os Pilares do Nazismo

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Dinâmica 6 – Empreendedorismo - Atividade empresarial e conhecimento

Aos meus alunos de administração, contabilidade e economia.



Nome:______________________________________________________ nº:_____ Turma: ____
Unidade de Estudo: _________________________________________________Junho/2014 d.C.
Professor: LUIS CAVALCANTE, Econ. – http://professor-luiscavalcante.blogspot.com  

Dinâmica 6 – Empreendedorismo

Atividade empresarial e conhecimento[1]

Parece ser necessário tecer alguns comentários a fim de esclarecer a relação entre a noção de estado de alerta empresarial, desenvolvida neste capítulo, e a ideia alternativa de que a atividade empresarial pura representa um melhor domínio sobre a informação. Há uma certa tentação de conceber o empresário como alguém que simplesmente sabe, com mais exatidão que outros, onde se podem comprar recursos mais baratos, onde se podem vender produtos por preços mais altos, que inovações, tecnológicas ou outras, darão provas de serem mais férteis, que ativos se pode esperar que cresçam mais em valor, e as sim por diante. Ao explorar esse melhor conhecimento, o empresário capta lucros para si mesmos. Nessa interpretação, o lucro empresarial (e o campo de ação tomada de decisões empresariais, em geral) desaparece, no mercado em equilíbrio geral, porque a pressuposição de conhecimento perfeito associada com o estado de equilíbrio geral remove quaisquer possibilidades para um melhor conhecimento.

A dificuldade em conceber a atividade empresarial em termos de conhecimento superior deriva da necessidade de distinguir claramente atividade empresarial e meios de produção. A busca da evasiva categoria analítica de atividade empresarial origina-se do insight de que uma explicação do fenômeno de mercado de lucros puros implica um papel no mercado que não pode ser reduzido a apenas um tipo especial de meio de produção. O conhecimento, ou pelo menos os serviços de homens que possuam conhecimento, pode, afinal de contas, ser contratado no mercado de meios de produção. O trabalhador mais altamente qualificado tende a fazer jus a salários mais altos no mercado de trabalho, e o indivíduo mais bem informado tende a fazer jus a salários mais altos no mercado de serviços de tomadores de decisões de negócios. Se é para manter a posição de que a atividade empresarial representa algo que não deve ser tratado como um meio de produção, não dará certo defini-la simplesmente em termos de conhecimento[2].

No entanto, dificilmente podemos negar que o que gera oportunidades para lucro empresarial puro é a imperfeição do conhecimento por parte de participantes do mercado; que essas oportunidades podem ser empregadas por quem quer que descubra sua existência antes que outros o façam; e que o processo de ganhar esses lucros é ao mesmo tempo um processo de correção da ignorância do mercado. Se todos os participantes do mercado fossem oniscientes, os preços dos produtos e os preços dos fatores deveriam, a qualquer momento, estar em completo ajustamento, sem deixar nenhum diferencial de lucro; não se pode imaginar que nenhuma oportunidade para a aplicação interessante de recursos, através de qualquer tecnologia cognoscível, ou para a satisfação de qualquer desejo dos consumidores que se possa conceber,

tenha sido deixada inexplorada. Somente a introdução da ignorância abre a possibilidade de tais oportunidades inexploradas (e as oportunidades para lucros puros a elas associadas), e a possibilidade de que o primeiro a descobrir o verdadeiro estado de coisas possa captar os lucros a ele associados por meio da invocação, da criatividade e da mudança.

Mas, por mais estreita que seja a ligação entre o elemento de conhecimento e a possibilidade de ganhar lucros puros, a noção, difícil de captar, de atividade empresarial não está, como vimos, totalmente contida na mera posse de um melhor conhecimento das oportunidades do mercado. O aspecto de conhecimento que é crucialmente pertinente para a atividade empresarial não é tanto o conhecimento substantivo de dados de mercado, como o estado de alerta, o “conhecimento” de onde encontrar dados de mercado. Uma vez que se imagina que o conhecimento dos dados do mercado já é possuído com absoluta certeza, afastou-se da imaginação, como notamos anteriormente[3], a oportunidade para novas tomadas de decisões empresariais (e não “robbinsianas”). Inversamente, também já vimos que o conhecimento de oportunidades que é possuído sem a certeza exigida para captá-las exige um nível separado e adicional de atividade empresarial capaz de explorar esse conhecimento possuído — tal conhecimento incerto sendo então um fator de produção contratado, com o papel empresarial desempenhado por alguém que confia que esse conhecimento contratado é capaz de assegurar lucros[4].

É por isso que, nesse livro, falo do elemento essencialmente empresarial na ação humana em termos de espírito alerta para a informação, e não em termos de possuir a informação. O empresário é a pessoa que contrata os serviços de meios de produção. Entre esses meios, podem estar pessoas com melhor conhecimento de informações de mercado, mas o próprio fato de que esse detentores de informação contratados não a exploraram eles mesmos mostra que, talvez no seu sentido mais verdadeiro, esse conhecimento é possuído, não por eles, mas por aquele que os está contratando. É este que “sabe” quem contratar, que “sabe” onde encontrar os que dispõem das informações de mercado necessárias para localizar oportunidades de lucro. Sem que ele próprio possua os dados que são conhecidos daqueles que ele contrata, o empresário contratante, não obstante, “conhece” esses dados no sentido de que o seu espírito alerta — sua propensão para saber onde buscar informações — domina o curso dos acontecimentos.

No fim das contas, o tipo “conhecimento” exigido para a atividade empresarial é mais o “saber onde procurar conhecimento”, que o próprio conhecimento de informações concretas de mercado. A expressão que capta melhor esse tipo de “conhecimento” parece ser estado de alerta. É verdade que também o “estado de alerta” pode ser contratado; mas quem contrata um empregado alerta, atento às possibilidades de descobrir conhecimento, dá, ele próprio, mostras de um espírito alerta em grau ainda mais elevado. O conhecimento empresarial pode ser descrito como a “ordem mais elevada de conhecimento”, o conhecimento último necessário para utilizar informações disponíveis já possuídas (ou que podem ser descobertas). Uma relação comparável pode ser notada com relação à própria operação de contratar. Uma decisão de contratar um meio de produção não é necessariamente uma decisão empresarial; afinal de contas, um gerente de pessoal pode ser contratado especificamente devido ao seu talento em tomar decisões sábias em termos de contratação. Mas se um meio de produção está tomando as decisões de contratação, está implícito que esse meio de produção foi, ele próprio, contratado por alguém que tomou uma decisão de contratar, e assim por diante. A decisão empresarial de contratar é assim a decisão última de contratar, responsável em última instância por todos os fatores que são direta ou indiretamente

contratados para o seu projeto[5]. Exatamente da mesma forma, a atitude alerta do empresário é o tipo de conhecimento abstrato, muito geral e rarefeito ao qual devemos, em última análise, creditar a descoberta e exploração de oportunidades especificamente desencavadas por aqueles que ele teve a sabedoria de contratar, direta ou indiretamente.

Fonte via: Economia Reformacional – http://economistareformacional.blogspot.com
Sugestões de Leituras:


BLOOM, Allan. The closing on the american mind. New York, EUA: Touchstone, 1987.

CARVALHO, Olavo de. O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota. Organização Felipe Moura Brasil. 6ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2013.

CONSTANTINO, Rodrigo. Esquerda caviar: a hipocrisia dos artistas e intelectuais progressistas no Brasil e no mundo. Rio de Janeiro: Record, 2013.

CONSTANTINO, Rodrigo. Privatize Já: Pare de acreditar em intrigas eleitorais e entenda como a privatização fará o Brasil um país melhor. (A privataria petista - As estatais a serviço de um partido). São Paulo: Leya, 2012.

CONSTANTINO, Rodrigo. Economia do indivíduo: O legado da Escola Austríaca. Rio de Janeiro, Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2009.

COURTOIS, Stéphave. [et ai.]; com a colaboração de Remi Kauffér... [et ai.]. O livro negro do comunismo: Crimes, terror e repressão. Tradução Caio Meira. - Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.

COUTINHO, João Pereira. As ideias Conservadoras. São Paulo: Três Estrelas, 2014.

CARSON, D.A. A intolerância da tolerância: A crise da tolerância que, redefinida, se tornou repressiva, perigosa e intelectualmente debilitante. São Paulo: Shedd Publicações, 2013.

CARVALHO, Olavo de. O jardim das aflições: de Epicuro à ressurreição de César – Ensaio sobre o materialismo e a religião civil. 3ª. ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.

CLOUSER, Roy. The myth of religious neutrality. Notre Dame: University of Notre Dame, 1991.

DE PAOLA, Heitor. O eixo do mal latino-americano e a nova ordem mundial. São Paulo: É Realizações, 2008.

DAWSON, Christopher. Dinâmicas da História do Mundo. São Paulo: É realizações, 2012.

DAWSON, Christopher. Progresso e Religião: Uma investigação histórica. São Paulo: É realizações, 2010.

DEMBSKI, William A.; WITT, Jonathan. Design inteligente sem censura: Um guia claro e prático para o debate. São Paulo: Cultura Cristã, 2012.

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EASTERLY, William. O espetáculo do crescimento. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

ESCANDE, Reanud (Org.). O Livro Negro da Revolução Francesa. Lisboa: Aletheia Editores, 2010.

GRECO, John; SOSA, Ernet (Org.). Compêndio de epistemologia. São Paulo: Edições Loyola, 2008.

HANSON, Victor Davis. Por que o ocidente venceu: Massacre e cultura - da Grécia Antiga ao Vietnã. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002.

HOCHSCHILD, Adam. Enterrem as correntes. Rio de Janeiro: Record, 2007.

JOHNS, Phillip E. Ciência, intolerância e fé: A cunha da verdade: rompendo os fundamentos do naturalismo. Viçosa, MG: Ultimato, 2007.

KIRK, Russel. A política da prudência. São Paulo: É Realizações, 2013.

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NARLOCH, Leandro; TEIXEIRA, Duda. Guia politicamente incorreto da América Latina. São Paulo: Leya, 2011.

NARLOCH, Leandro; TEIXEIRA, Duda. Guia politicamente incorreto da História do Brasil. São Paulo: Leya, 2009.

PALMER, Tom G. (Org.). A moralidade do capitalismo: os que os professores não contam. São Paulo: Peixoto Neto, 2012.

POLANYI, Michael. A Lógica da liberdade: reflexões e réplicas. Rio de Janeiro: Liberty Fund, Topbooks, 2003.

PONDÉ, Luiz Felipe. Guia politicamente incorreto da Filosofia: Ensaio de Ironia. São Paulo: Leya, 2012.

PORTELA, Solano. O que estão ensinando aos nossos filhos? Uma avaliação crítica da pedagogia contemporânea. São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2012.

ROSENFIELD, Denis; COUTINHO, João Pereira; PONDÉ, Luiz Felipe. Por Que Virei à Direita: Três intelectuais explicam sua opção pelo conservadorismo. São Paulo: Três Estrelas, 2012.

SCALA, Jorge. Ideologia de Gênero: O neototalitarismo e a morte da família. São Paulo: Katechesis, 2011.

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SOWELL, Thomas. Conflito de visões: Origens ideológicas das lutas políticas. São Paulo: É Realizações, 2011.

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VEITH JR., Gene Edward. O fascismo moderno: a cosmovisão judeu-cristã ameaçada. São Paulo: Cultura Cristã, 2010.

WILLIAMSON, Kevin. O Livro Politicamente Incorreto da Esquerda e do Socialismo - Você sabia que... A esquerda é ultranacionalista e militarista? O socialismo degrada o meio  ambiente? O socialismo está infiltrado em economias ocidentais como os EUA? São Paulo: Agir, 2013.

WIKER, Benjamin; WITT, Jonathan. Um mundo com significado: Como as artes e as ciências revelam o gênio da natureza. São Paulo: Cultura Cristã, 2009.


Sugestões de filmes:

O filme[6]: Deus da carnificina, de Roman Polanski, é uma sátira à hipocrisia do politicamente correto, com Judie Foster fazendo o papel de uma típica representante da esquerda caviar, que se coloca sempre acima dos outros no campo moral. / Ela é capaz de tudo perdoar em nome da "civilização". É tão descolada que até passou sua lua de mel na Índia! Mas, em certo momento, desabafa: "Por que tudo tem que ser sempre tão exaustivo?" Usar sempre aquela máscara cansa. / A personagem abraça as causas das pobres crianças africanas, mas, no fundo, esconde seu ódio a tudo aquilo em volta, seu recalque à sua vida medíocre com seu marido acomodado, um simples vendedor de latrinas sem ambição. (...)

Sugestões de Vídeos:

O Verdadeiro Conservador  - Michael Oakeshott – pelo intelectual conservador João Pereira Coutinho https://www.youtube.com/watch?v=_vbfxVHtblI


Espírito Conservador - João Pereira Coutinho - https://www.youtube.com/watch?v=igmO5cdzhks


Por que contra um mundo melhor? Luiz Felipe Pondé - https://www.youtube.com/watch?v=PqoVJS7nq4w

Sugestões de Ebooks:

OAKESHOTT, Michael. Ser Conservador. (...)

CONSTANTINO, Rodrigo. Economia do indivíduo: O legado da Escola Austríaca. Rio de Janeiro, Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2009.









Soli Deo Gloria, Sola Scriptura, Sola Gratia, Sola Fide, Solus Christus




[1] KIRZNER, Israel M. Competição e atividade empresarial. 2ª. ed. Tradução de Ana Maria Sarda. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises. Brasil, 2012. p. 65-67.
[2] Cf. F. Machlup, The Economics of Seller’ Competition (Baltimore, Md.: Johns Hopkins University Press, 1952), pp. 225-31, para uma discussão da distinção entre atividade empresarial e o exercício da responsabilidade gerencial. Ver também G. J. Stigler, “The Economics of Information”, Journal of Polítical Economy 69 (junho de 1961): 213-25, para um tratamento dos aspectos não empresariais do conhecimento no mercado.
[3] Ver cap. 2, n. 4.
[4] Ver acima, p. 44.
[5] Cf. as declarações seguintes de F.H. Knight em Risk, Uncertainty and Profit (Boston: Houghton and Mifflin, 1921): “O que chamamos de ‘controle” consiste sobretudo em selecionar alguma outra pessoa para fazer o ‘controle”’ (p. 291); “A decisão responsável não é ordenar concretamente uma política, mas ordenar um ordenador como ‘trabalhador’ para ordená-la” (p. 297). Cf. também Triffin, Monopolistic Competition, p. 184 e n. 39.
[6] CONSTANTINO, Rodrigo. Esquerda caviar: A hipocrisia dos artistas e intelectuais progressistas no Brasil e no mundo. Rio de Janeiro: Record, 2013. p. 197.