Finalmente, abogó porque el Banco Central Europeo garantice la monetización masiva de la deuda española y defendió que la inflación ayudará a salir de la crisis. Sobre este último punto, negó que sea un "robo" o un "impuesto" promover activamente la subida general de los precios. Añadió también que las expectativas vinculadas a la moneda común pueden alterarse sin grandes contratiempos ya que, en esencia, "no valen nada". Según Krugman, abrazar la "austeridad" y rechazar las tesis que expone en su último libro sería equivalente a destruir la moneda común.
Paul Krugman, em visita a Espanha, apoia o resgate da Banca espanhola, a monetarização massiva da dívida espanhola por parte do BCE [Banco Central Europeu] , e uma alta inflação para sair da crise. Ou seja: exactamente o contrário do que Angela Merkel defende. Não haverá possibilidade de meio termo?
  1. Parece-me claro que é necessária uma política dequantitative easing[monetarização], mas comedida e muito controlada.
  2. Quanto ao resgate da Banca espanhola, Paul Krugman parece esquecer-se de um detalhe muito importante: desde o colapso do Lehman Brothers, nos Estados Unidos já faliram 400 Bancos! E nunca vi o Paul Krugman defende o resgate desses 400 Bancos americanos falidos. Por isso, um Banco falido é como uma empresa falida: fecha-se e resolve-se o problema, embora com a garantia dos depósitos até 100.000 Euros.
    Parece-me que as receitas de Krugman para a Europa não são idênticas aos conselhos que ele dá a Barack Hussein Obama.

  3. A inflação alta é um imposto camuflado que atinge principalmente os mais pobres e os mais indefesos. Mas o tal quantitative easing controlado a que me referi acima, causará sempre uma inflação controlada e necessária, mas não alta.
Portanto, o caminho para a solução da crise está, nomeadamente, entre as posições radicais de Angela Merkel, por um lado, e de Paul Krugman, por outro lado. E se eu tivesse que optar por uma solução radical, então optaria pela solução islandesa.