quinta-feira, 31 de maio de 2012

Uma comparação PIB/demografia entre os Estados Unidos e a União Europeia

Uma comparação PIB/demografia entre os Estados Unidos e a União Europeia

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:42 am
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Gostaria de chamar a vossa atenção para estes dois sítios: 1) a lista do PIB per capita dos estados federais americanos, e 2) a lista do PIB per capita dos países da União Europeia, embora os números sejam anteriores à crise económica e financeira actual.

O estado federal americano mais populoso é a Califórnia com 37 milhões de habitantes. A seguir vem o Texas com 25 milhões, Nova Iorque com 20 milhões, a Florida com 19 milhões, o Illinois e a Pennsylvania com 13 milhões, Ohio com 12 milhões. Todos os restantes estados americanos têm menos de 10 milhões de habitantes, e existem mesmo estados com menos de 1 milhão de habitantes, como por exemplo, Delaware, Dakota do Sul, Dakota do Norte, Alasca, Wyoming e Vermont.

O país mais populoso da União Europeia é a Alemanha, com cerca de 90 milhões de habitantes; e, com a excepção da ilha de Malta, da ilha de Chipre, e do Luxemburgo, todos os outros países da União Europeia ou zona Euro têm mais de 4 milhões de habitantes.

A Alemanha tem um PIB per capita de 44 mil dólares, o que é comparável ao estado americano do Oregon, que está na posição 27 entre os estados americanos. O país da zona Euro com maior PIB per capita — com excepção do Luxemburgo, que é um caso especial — é a Holanda, com 51 mil dólares, comparando-se ao estado americano da Califórnia.

Os países da Europa com maior PIB per capita — a Suécia, a Noruega, a Suíça, e a Dinamarca — estão fora do Euro.

A assimetria populacional é maior entre os países da União Europeia do que nos estados federais dos Estados Unidos. A população americana distribui-se mais homogeneamente pelos diferentes estados do que acontece no conjunto dos países da União Europeia. Se exceptuarmos os estados da Califórnia, Nova Iorque, Texas, e Florida, todos os restantes 48 estados americanos aproximam-se uns dos outros no que respeita ao peso relativo da população no conjunto nacional.

Para além das questões culturais e das diferenças linguísticas, a heterogeneidade da distribuição populacional nos países da União Europeia é um obstáculo sério à formação de uma federação europeia. Na Europa do Euro existem países enormes, do ponto de vista da população, como por exemplo, a Alemanha (~ 90 milhões), a França (~ 70 milhões), a Itália (~ 60 milhões); e países relativamente muito mais pequenos, como a Irlanda, Portugal ou a Grécia.

Os países mais populosos da zona Euro, e da União Europeia em geral, entram óbvia e naturalmente numa lógica de competição, em vez de entrarem numa lógica de aglutinação — exactamente por serem países populosos. Nos Estados Unidos, essa lógica de competição entre estados é atenuada, porque para além de existirem 52 estados federais [na União Europeia só existem 27 países], os três estados mais populosos andam na casa dos 20 milhões [com excepção da Califórnia].

A constituição de uma União Europeia politicamente federada vai contra uma série de “probabilidades pesadas” em sentido contrário ao desejo das elites.

Fonte: http://espectivas.wordpress.com/2012/05/23/uma-comparacao-pibdemografia-entre-os-estados-unidos-e-a-uniao-europeia/#more-44839


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sábado, 26 de maio de 2012

Deus, Prosperidade e Trabalho


 
 
A prosperidade financeira obedece a normas, regras e métodos estabelecidos. Por outro lado, da perspectiva bíblica, a prosperidade é um dom de Deus. É ele quem concede saúde, oportunidades, inteligência, e tudo o mais que é necessário para o sucesso financeiro. E isso, sem distinção de pessoas quanto ao que crêem e quanto ao que contribuem financeiramente para as comunidades às quais pertencem. Deus faz com que a chuva caia e o sol nasça para todos, justos e injustos, crentes e descrentes, conforme Jesus ensinou (Mateus 5:45). Não é possível, de acordo com a tradição reformada, estabelecer uma relação constante de causa e efeito entre contribuições, pagamento de dízimos e ofertas e mesmo a religiosidade, com a prosperidade financeira. Várias passagens da Bíblia ensinam os crentes a não terem inveja dos ímpios que prosperam, pois cedo ou tarde haverão de ser punidos por suas impiedades, aqui ou no mundo vindouro.

Através dos séculos, as religiões vêm pregando que existe uma relação entre Deus e a prosperidade material das pessoas. No Antigo Oriente, as religiões consideradas pagãs estabeleceram milênios atrás um sistema de culto às suas divindades que se baseava nos ciclos das estações do ano, na busca do favor dessas divindades mediante sacrifícios de vários tipos e na manifestação da aceitação divina mediante as chuvas e as vitórias nas guerras. A prosperidade da nação e dos indivíduos era vista como favor dos deuses, favor esse que era obtido por meio dos sacrifícios, inclusive humanos, como os oferecidos ao deus Moloque. No Egito antigo a divindade e poder de Faraó eram mensurados pelas cheias do Nilo. As religiões gregas, da mesma forma, associavam a prosperidade material ao favor dos deuses, embora estes fossem caprichosos e imprevisíveis. As oferendas e sacrifícios lhes eram oferecidas em templos espalhados pelas principais cidades espalhadas pela bacia do Mediterrâneo, onde também haviam templos erigidos ao imperador romano, cultuado como deus.

A religião dos judeus no período antes de Cristo, baseada no Antigo Testamento, também incluía essa relação entre a ação divina e a prosperidade de Israel. Tal relação era entendida como um dos termos da aliança entre Deus e Abraão e sua descendência. Na aliança, Deus prometia, entre outras coisas, abençoar a nação e seus indivíduos com colheitas abundantes, ausência de pragas, chuvas no tempo certo, saúde e vitória contra os inimigos. Essas coisas eram vistas como alguns dos sinais e evidências do favor de Deus e como testes da dependência dele. Todavia, elas eram condicionadas à obediência e só viriam caso Israel andasse nos seus mandamentos, preceitos, leis e estatutos. Estes incluíam a entrega de sacrifícios de animais e ofertas de vários tipos, a fidelidade exclusiva a Deus como único Deus verdadeiro, uma vida moral de acordo com os padrões revelados e a prática do amor ao próximo. A falha em cumprir com os termos da aliança acarretava a suspensão dessas bênçãos. Contudo, a inclusão na aliança, o favor de Deus e a concessão das bênçãos não eram vistos como meritórios, mas como favor gracioso de Deus que soberanamente havia escolhido Israel como seu povo especial.

O Cristianismo, mesmo se entendendo como a extensão dessa aliança de Deus com Abraão, o pai da fé, deu outro enfoque ao papel da prosperidade na relação com Deus. Para os primeiros cristãos, a evidência do favor de Deus não eram necessariamente as bênçãos materiais, mas a capacidade de crer em Jesus de Nazaré como o Cristo, a mudança do coração e da vida, a certeza de que haviam sido perdoados de seus pecados, o privilégio de participar da Igreja e, acima de tudo, o dom do Espírito Santo, enviado pelo próprio Deus ao coração dos que criam. A exultação com as realidades espirituais da nova era que raiou com a vinda de Cristo e a esperança apocalíptica do mundo vindouro fizeram recuar para os bastidores o foco na felicidade terrena temporal, trazida pelas riquezas e pela prosperidade, até porque o próprio Jesus era pobre, bem como os seus apóstolos e os primeiros cristãos, constituídos na maior parte de órfãos, viúvas, soldados, diaristas, pequenos comerciantes e lavradores. Havia exceções, mas poucas. Os primeiros cristãos, seguindo o ensino de Jesus, se viam como peregrinos e forasteiros nesse mundo. O foco era nos tesouros do céu.

A Idade Média viu a cristandade passar por uma mudança nesse ponto (e em muitos outros). A pobreza quase virou sacramento, ao se tornar um dos votos dos monges, apesar de Jesus Cristo e os apóstolos terem condenado o apego às riquezas e não as riquezas em si. Ao mesmo tempo, e de maneira contraditória, a Igreja medieval passou a vender por dinheiro as indulgências, os famosos perdões emitidos pelo papa (como aqueles que fizeram voto de pobreza poderiam comprá-los?). Aquilo que Jesus e os apóstolos disseram que era um favor imerecido de Deus, fruto de sua graça, virou objeto de compra. Milhares de pessoas compraram as indulgências, pensando garantir para si e para familiares mortos o perdão de Deus para pecados passados, presentes e futuros.

A Reforma protestante, nascida em reação à venda das indulgências, entre outras razões, reafirmou o ensino bíblico de que o homem nada tem e nada pode fazer para obter o favor de Deus. Ele soberana e graciosamente o concede ao pecador arrependido que crê em Jesus Cristo, e nele somente. A justificação do pecador é pela fé, sem obras de justiça, afirmaram Lutero, Calvino, Zwinglio e todos os demais líderes da Reforma. Diante disso, resgatou-se o conceito de que o favor de Deus não se pode mensurar pelas dádivas terrenas, mas sim pelo dom do Espírito e pela fé salvadora, que eram dados somente aos eleitos de Deus. O trabalho, através do qual vem a prosperidade, passou a ser visto, particularmente nas obras de Calvino, como tendo caráter religioso. Acabou-se a separação entre o sagrado e o profano que subjaz ao conceito de que Deus abençoa materialmente quem lhe agrada espiritualmente. O calvinismo é, precisamente, a primeira ética cristã que deu ao trabalho um caráter religioso. Mais tarde, esse conceito foi mal compreendido por Max Weber, que traçou sua origem à doutrina da predestinação como entendida pelos puritanos do século XVIII. Weber defendeu que os calvinistas viam a prosperidade como prova da predestinação, de onde extraiu a famosa tese que o calvinismo é o pai do capitalismo. As conclusões de Weber têm sido habilmente contestadas por estudiosos capazes, que gostariam que Weber tivesse estudado as obras de Calvino e não somente os escritos dos puritanos do séc. XVIII.

Atualmente, em nosso país, a idéia de que Deus sempre abençoa materialmente aqueles que lhe agradam vem sendo levada adiante com vigor, não pelos calvinistas e reformados em geral, mas pelas igrejas evangélicas chamadas de neopentecostais, uma segunda geração do movimento pentecostal que chegou ao Brasil na década de 1900. A mensagem dos pastores, bispos e “apóstolos” desse movimento é que a prosperidade financeira e a saúde são a vontade de Deus para todo aquele que for fiel e dedicado à Igreja e que sacrificar-se para dar dízimos e ofertas. Correspondentemente, os que são infiéis nos dízimos e ofertas são amaldiçoados com quebra financeira, doenças, problemas e tormentos da parte de demônios. Na tentativa de obter esses dízimos e ofertas, os profetas da prosperidade promovem campanhas de arrecadação alimentadas por versículos bíblicos freqüentemente deslocados de seu contexto histórico e literário, prometendo prosperidade financeira aos dizimistas e ameaçando com os castigos divinos os que pouco ou nada contribuem.

O crescimento vertiginoso de igrejas neopentecostais que pregam a prosperidade só pode ser explicado pela idéia equivocada que o favor de Deus se mede e se compra pelo dinheiro, pelo gosto que os evangélicos no Brasil ainda têm por bispos e apóstolos, pela idéia nunca totalmente erradicada que pastores são mediadores entre Deus e os homens e pelo misticismo supersticioso da alma brasileira no apego a objetos considerados sagrados que podem abençoar as pessoas. Quando vejo o retorno de grandes massas ditas evangélicas às práticas medievais de usar no culto a Deus objetos ungidos e consagrados, procurando para si bispos e apóstolos, imersas em práticas supersticiosas e procurando obter prosperidade material por meio de pagamento de dízimos e ofertas me pergunto se, ao final das contas, o neopentecostalismo brasileiro e sua teologia da prosperidade não são, na verdade, filhos da Igreja medieval, uma forma de neo-catolicismo tardio que surge e cresce em nosso país onde até os evangélicos têm alma medieval.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A crise econômica da Grécia não é acidente, são consequências de um Estado Imoral, Relativista e Sodomita!


Na Grécia, 200 mil mortos recebiam reformas dos Estado

by O. Braga
A Grécia é um “case study” de comunicação com o Além: (2% da população) recebiam reformas do Estado, para assim melhor poderem sobreviver às tribulações do purgatório, evitando assim que aquelas almas se despenhassem no inferno.
cerca de 200 mil pessoas falecidas
O. Braga | Quinta-feira, 26 Abril 2012 at 9:48 am | Tags: Grécia | Categorias: A vida custa | URL: http://wp.me/p2jQx-bfa
 
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quinta-feira, 3 de maio de 2012

A Comissão Europeia [Durão Barroso] financia em 70% a propaganda gayzista na Europa - CRISE MORAL GERA CRISE FINANCEIRA NA EUROPA!

A Comissão Europeia [Durão Barroso] financia em 70% a propaganda gayzista na Europa

by O. Braga

"UKIP MEP Godfrey Bloom has tabled a number of Written Questions to the European Commission, challenging the legitimacy of using European funds to finance nearly 70% of ILGA-Europe’s budget. Konrad Szymanski, a Polish MEP had asked a similar question last month. The European Commission will answer these questions in the coming weeks.
However, the homosexualist pressure group (a section of the International Lesbian and Gay Alliance) is not amused and has compelled the European Parliament’s “Intergroup on LGBT rights” and pro-homosexual lobby groups around Europe to fire abuse at Mr Bloom, calling him “homophobic”, “incendiary”, and “right-wing”.
It seems that just inquiring about the Commission’s questionable funding practices is tantamount to “harass” and “bully” homosexuals and to oppose “anti-homophobic” initiatives by the European Union."

A Comissão Europeia [Durão Barroso] gasta 500 mil dólares no novo logótipo da União Europeia (Direto de Portugal)

A Comissão Europeia [Durão Barroso] gasta 500 mil dólares no novo logótipo da União Europeia

by O. Braga
"The European Commission spent £315,000 to redesign its logo by simply inserting lines representing the outline of the Brussels executive’s HQ around the EU flag (hiring a graphic designer = £110,000 + replacing the various logos used by the Commission = £215,000)."
O. Braga | Quinta-feira, 3 Maio 2012 at 6:56 pm | Tags: União Europeia | Categorias: A vida custa, Esta gente vota, Europa | URL: http://wp.me/p2jQx-bmy
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