domingo, 12 de julho de 2009

COMBATE A FOME

Países ricos querem acabar com a fome investindo US$ 15 bilhões


Os países reunidos na cúpula do G8 vão se comprometer a investir pelo menos 15 bilhões de dólares em três anos para combater a fome e garantir a segurança alimentar no mundo.

A informação está no esboço do documento final da cúpula sobre segurança alimentar, ao qual as agências de notícias tiveram acesso. A cúpula dos sete países mais ricos mais a Rússia, na cidade italiana de L'Aquila, termina nesta sexta-feira (10).

Nele, explica-se que os governos vão investir essa quantia em uma "estratégia coordenada e integral, centrada no desenvolvimento sustentável da agricultura".

"Seguimos profundamente preocupados com a segurança alimentar mundial, o impacto da crise financeira e econômica e a alta dos preços dos alimentos no ano passado, que afeta os países menos capazes de enfrentar o agravamento da fome e da pobreza", dizem os líderes no documento.

"Ainda que os preços dos alimentos básitos tenham baixado em relação aos seus níveis recordes de 2008, ele seguem em níveis historicamente elevados e instáveis."

O compromisso com a segurança alimentar, promovido pelo presidente dos EUA, Barack Obama, tem ênfases em práticas "sustentáveis" e frisa a importância de estimular o setor privado nos países que recebem ajuda.


Data: 10/7/2009
Fonte: Globo

Lei seca gerou economia de 23,5 bilhões de reais em internações

Cerca de 23,5 bilhões de reais. Esta foi a economia com a queda no número de internações no Sistema Único de Saúde (SUS) por vítimas de acidentes de trânsito no segundo semestre do ano passado. O número foi divulgado pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante audiência pública promovida pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (9). Um dos convidados da comissão para debater os resultados da chamada lei seca, em vigor desde junho de 2008, o ministro da Saúde destacou ainda a redução no número de mortes nos acidentes, de 22,5%. Além disso, José Gomes Temporão ressaltou a importância da lei seca como fator de educação e conscientização da sociedade, que hoje já não tem o hábito de beber e dirigir como acontecia antes da lei.

"Essa lei veio para ficar e ela é com certeza um passo fundamental na ruptura com um passado de impotência, de dor, de sofrimento de milhares de famílias que perdiam seus entes por conta dessa associação absurda entre bebida e direção."

O ministro da Saúde reforçou ainda a necessidade de maior rigor nas regras para a publicidade de bebidas alcoólicas no País. Representantes da Polícia Rodoviária Federal, Departamento Nacional de Trânsito e dos ministérios da Justiça da Justiça e das Cidades também participaram do debate.

Data: 10/7/2009 10:29:51
Fonte: Agência do Rádio