terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

sábado, 7 de fevereiro de 2015

A desigualdade, uma injustiça?

A desigualdade, uma injustiça?

Leo Daniele
Segundo um relatório do Banco Mundial, “a população da Terra em estado de pobreza extrema caiu mais de metade nos últimos 30 anos. A porcentagem mundial dessa faixa era de 34,6% em 1990, caindo para 14,5% em 2011
Segundo um relatório do Banco Mundial, “a população da Terra em estado de pobreza extrema caiu mais de metade nos últimos 30 anos. A porcentagem mundial dessa faixa era de 34,6% em 1990, caindo para 14,5% em 2011.

Eram os anos 60. Estávamos no Viaduto do Chá em São Paulo fazendo uma campanha contra as esquerdas (não recordo qual delas), quando um grupo de desocupados vermelhiformes pôs se a gritar: Queremos pão, queremos pão! Não pareciam famintos a não ser de agitação. Nossa resposta foi pronta: trabalha prá ter pão, trabalha prá ter pão! sem tréplica.
Era e continua sendo a voz do bom senso. Os agitadores nada reponderam, talvez porque daria trabalho elaborar uma resposta. Positivamente, eles não queriam nenhum serviço…
Por isso, celebrei com alegria, a notícia de que o Brasil terminou 2014 com a menor taxa de desemprego já registrada. Dos brasileiros pesquisados pelo IBGE em seis regiões metropolitanas do país (Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Porto Alegre), na média do ano, ficaram sem trabalho 4,8%.1 Os outros, vão trabalhar e ter pão, e quem sabe mais alguma coisa. Vão aumentar, embora em grau modesto e sem desprezo aos que não têm pão, a desigualdade entre homens. Isso é mau?
Aliás, informa a revista “Catolicismo” em seu número de fevereiro que houve uma “vertiginosa” melhoria econômica dos extremamente pobres. Segundo um relatório do Banco Mundial, “a população da Terra em estado de pobreza extrema caiu mais de metade nos últimos 30 anos. A porcentagem mundial dessa faixa era de 34,6% em 1990, caindo para 14,5% em 2011”.
Como dizia meu velho professor de Economia Política, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco (São Paulo), o problema não é dividir o bolo, mas aumentar o bolo. E é o que se pode obter entre outras coisas, diminuindo o nível do desemprego e da ociosidade.
Os vermelhiformes vão repetindo a velha ladainha, dizendo – e pior ainda, pensando — que a desigualdade de riqueza tem aumentado no mundo e que isso de si é um mal.
Cinquenta anos de RA-QC edição comemorativa
Cinquenta anos de RA-QC edição comemorativa
Encontramos no famoso. histórico livro “Reforma Agrária, Questão de Consciência”, escrito e propagado em 1960 sob a liderança de Plinio Corrêa de Oliveira, e reeditado em 2010 por ocasião dos 50 anos de sua primeira edição:
Todos os homens ativos e probos têm igual direito à vida, à integridade física, à fruição de condições de existência suficientes, dignas e estáveis. Mas é justo que os mais capazes, mais ativos, mais econômicos tenham, além deste mínimo, o que produzirem graças a suas superiores possibilidades. Daí decorre legitimamente a diferenciação das propriedades em grandes, médias e pequenas, e quiçá a existência de uma classe condignamente remunerada, mas sem propriedade”.
É a voz do bom senso e da justiça social segundo os princípios ensinado pela Igreja, como convém especialmente em nossos dias repetir. É a essa igualdade de escravo que o socialismo nos conduz. Afirma o Papa Leão XIII: o socialismo leva a “uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos” 2.
A desigualdade é ensinada na parábola dos talentos 3A cada qual Deus dá em medida diversa e de cada um exige rendimento proporcionado.
__________________
1 – Jornal da Glpbo, Edição do dia 29/01/2015.
2 – Leão XIII, Encíclica “Rerum Novarum”, de 15 de maio de 1891 – “Editora Vozes Ltda.”, Petrópolis, pág. 11.
3 – Mt. 25, 14-30.


  1. ALDO LANGBECK CANAVARRO
    7 de fevereiro de 2015 à 9:19
    A desigualdade é o motor da competição, que faz com que todos crençam, um mais que os outros, mas o conjunto todo progride, e com ele, há uma elevação geral do padrão de vida! O pobre hoje goza de um conforto que muitos príncipes e reis não desfrutavam nas suas “luxuosas” cortes!
    Aquela igualdade socialista, linear, todos iguais, cada um segundo
    sua capacidade cada um segundo sua necessidade, só serve para rechear discurso
    de candidato de esquerda! Deus não é socialista, demonstrou isto quando disse:
    “colherás o pão com o suor do seu trabalho!”
    Mas infelizmente as ideias de Karl Marx, tem um tremendo poder sedutor! Aponta para o sonho! Um novo mundo é possível! e isto atrai muito
    seguidor!
  2. Renan
    6 de fevereiro de 2015 à 17:10
    A DESIGUALDADE UMA INJUSTIÇA? NEM SEMPRE!
    Para começar, somos diferentes uns dos outros, uns laboriosos, outros preguiçosos e invejosos dos bens alheios e a resposta acima aos vermelhos foi contundente e acertada – que não apreciam trabalhar – são apenas sanguessugas e propagandistas disso e daquilo, como um dos exemplos o PT no Brasil com seu Partidos dos Trabalhadores, mas um partido de “Oportunistas de Plantão”, isso sim, pois roubar dos outros, doar-se e ao partido, pode!
    Na prática, somos diferentes uns dos outros, desde pessoas de difícil entendimento e ignorantes aos gênios; também na força física e noutras atividades, mas as deficiências de uns se completam com as dos outros, quando bem direcionadas.
    Só uma doutrina de malucos, como as marxistas, como a do comunismo é que querem fabricar pessoas moldadas nas ideologias de Marx, dar-lhes a conformação que acham devido e, estúpidos que são, acham-se deuses!Ou mais!
    Aliás, o comunismo é a religião da soberba de ser como o Senhor Deus e da inveja e cobiça dos bens alheios!
  3. http://ipco.org.br/ipco/noticias/desigualdade-uma-injustica#.VNYJjvnF88I

sábado, 17 de janeiro de 2015

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Estudo afirma que o cristianismo está ajudando a economia chinesa

Estudo afirma que o cristianismo está ajudando a economia chinesa

`Nossos resultados revelam que, entre as diferentes religiões, o cristianismo tem o efeito mais significativo sobre o crescimento econômico´, afirma estudioso

Fonte: Guiame / com informações de Christian Today | 12/01/2015 - 17:00
 
 
Estudo afima que o cristianismo está ajudando a economia chinesa
O cristianismo está ajudando a impulsionar o crescimento econômico na China, de acordo com um novo estudo – por reprimir a movimentação do comércio ilícito.
O estudo foi realizado na Revisão Econômica da China por Qunyong Wang, da Universidade de Nankai e Xinyu Lin, da Universidade de Renmin
Apesar de seu regime oficial ateísta, a China contém a segunda maior população religiosa do mundo, depois da Índia, com grandes grupos cristãos, muçulmanos e budistas. Depois de analisar os dados de diferentes províncias chinesas, Wang e Lin concluíram: "Nossos resultados revelam que, entre as diferentes religiões, o cristianismo tem o efeito mais significativo sobre o crescimento econômico."
O estudo diz que as igrejas e instituições cristãs representam 16,8% de todas as instituições religiosas, o que significa três vezes mais do que a proporção de cristãos na população em geral, que é de cerca de 5%. 
Enquanto a rede de segurança chinesa fornece benefícios a essas instituições por servirem espaços públicos, Wang e Lin também dizem que as doutrinas sociais do cristianismo chinês também pode ter um impacto econômico.
Eles apontam que a ética cristã enfatiza o desenvolvimento global dos seres humanos, e não apenas o desenvolvimento econômico. Sendo assim, a crença na responsabilidade com Deus e o próximo pode impedir a movimentação ilícita de comércio. 
Wang e Lin concluíram que o país não deve favorecer uma fé acima da outra, mas "construir uma economia mais bem informada e, a longo prazo, uma melhor política". 
"Uma implicação clara é que a política do governo de restringir altamente a religião deve ser reconsiderada", disse Grim.
Grim condenou as demolições de igrejas na cidade de Wenzhou , onde as autoridades locais reprimiram cristãos. "Tais políticas restritivas podem comprometer uma importante fonte de sucesso econômico da China", continuou ele. "Assim como a China tem desregulamentado radicalmente a sua economia com bons resultados, uma maior desregulamentação da religião seria uma maneira de manter o milagre econômico da China vivo para as próximas décadas."
Este estudo foi citado em um artigo para o site da First Things por Brian J Grim, fundador e presidente da Fundação de Liberdade Religiosa e Negócios.

http://www.cpadnews.com.br/universo-cristao/26273/estudo-afima-que-o-cristianismo-esta-ajudando-a-economia-chinesa.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=facebook


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Dez dicas simples para fazer de 2015 um ano de mais liberdade

Dez dicas simples para fazer de 2015 um ano de mais liberdade

Freedom
Recebo diariamente mensagens de pessoas interessadas nas ideias liberais e com interesse em fazer mais pela sua promoção e divulgação no Brasil. Não existe uma resposta pronta para essa pergunta, pois cada indivíduo é um universo em si mesmo, dotado de preferências, ambições e aptidões. Em outras palavras, as pessoas são diferentes e buscam coisas diferentes nas suas vidas.
Existem, no entanto, regras simples de convivência e civilidade que devem ser levadas em conta ao fazermos, no nosso dia-a-dia, o papel de divulgadores e defensores das ideias liberais.  Lawrence Reed, Presidente da Foundation For Economic Education (uma das mais tradicionais instituições em defesa da liberdade no mundo, fundada em 1946), compilou dez regrinhas básicas para a defesa das ideias da liberdade. Todas são extremamente úteis e valem muito a reflexão. Será que você está fazendo a sua parte? Leia abaixo (traduzidas e adaptadas):
1. MOTIVE-SE 
A liberdade é mais que uma feliz coincidência. É um imperativo moral, digno de cada grama de paixão que as pessoas boas possam reunir. Não se trata somente de ficar animado em ano eleitoral ou de responder a uma questão política do dia. É a diferença entre escolha e coerção, entre viver sua vida ou outros viverem-na por você (e às suas custas). Se a liberdade é perdida, pode não ser recuperada na sua geração ou na de seus filhos e netos. Para resolver problemas, evitar conflitos e agregar pessoas não existe caminho pior do que política e força, e não há melhor estrada do que a liberdade para trocas pacíficas e cooperação floresçam.
2. APRENDA 
Mais precisamente, nunca pare de aprender! Para ser persuasivo de verdade, não há nada melhor do que dominar os fatos e as bases das ideias. Conheça suas ideias de trás pra frente. Ler e ouvir sobre economia, história ou filosofia nunca é demais. Deixe o outro lado usar frases de para-choques. Venha armado com substância em oposição a chavões e slogans.
3. SEJA OTIMISTA
É cansativo e desencorajador ouvir derrotistas falarem assim: “Acabou. Nossa democracia está perdida. Não tem volta. A vaca foi pro brejo. Estou indo embora do país.”. Qual o objetivo desse papo? Certamente não é inspirar. O pessimismo é uma profecia autorrealizável. Pessimistas desarmam a si mesmos e desanimam aos outros; não há nada a ser ganho com isso. Se você realmente acredita que tudo está perdido, a melhor coisa a se fazer é cogitar a possibilidade de que você esteja errado e permitir que os otimistas liderem a caminhada.
4. USE O HUMOR 
Mesmo as questões mais sérias precisam de seus momentos de leveza. Temperar seus argumentos com humor torna-os mais atrativos e mais humanos. Se você não consegue sorrir ao defender a causa da liberdade – se você não consegue fazer seu interlocutor sorrir ou gargalhar – então você está a caminho de perder a batalha. O humor quebra o gelo e facilita o convencimento.
5. FAÇA PERGUNTAS
Você não tem que dar uma palestra para cada potencial convertido às suas ideias. Aprenda a usar o método Socrático, especialmente quando você estiver conversando com algum ideólogo estatista mais rígido. Na maioria das vezes essas pessoas têm suas visões não porque eles estejam bem familiarizados com o pensamento liberal e rejeitem-no, mas porque eles simplesmente não conhecem o nosso lado. Uma linha habilidosa de questionamento pode, com frequência, levar uma pessoa a pensar sobre suas premissas de formas que nunca havia pensado antes.
6. MOSTRE QUE VOCÊ SE IMPORTA
Diz-se que as pessoas não se importam com o que você sabe se elas não souberem que você se importa. Foque em pessoas reais para argumentar em favor da liberdade. Leis e políticas contrárias à liberdade produzem bem mais que apenas maus números, elas esmagam os sonhos de pessoas reais que querem melhorar suas vidas e as vidas daqueles que elas amam. Cite exemplos de como o governo atravancou o caminho de pessoas reais, mas não fique também só no lado negativo: cite muitos casos de pessoas que alcançaram muito ao terem a liberdade para tentar.
7.  ASSUMA A SUPERIORIDADE MORAL
A liberdade é um arranjo socioeconômico que demanda um alto padrão moral. Ela não sobrevive se as pessoas são em sua maioria desonestas, impacientes, arrogantes, irresponsáveis, focadas somente no curto prazo e sem respeito pelas vidas, direitos e propriedades dos outros. Isso diz muito sobre a superioridade moral da liberdade sobre todas as outros “sistemas”. A humanidade é composta de indivíduos únicos, não é um coletivo amorfo e disforme a ser comandado por pessoas elitistas que se acham nossos mestres e planejadores. Qualquer arranjo que coloque nossas distintas vidas em um liquidificador coletivista é uma ofensa moral. Utilize este argumento para atacar o cerne do argumento de qualquer adversário.
8.  DESENVOLVA UMA PERSONALIDADE ATRAENTE
Um liberal que conhece todos os fatos e teorias pode ser ineficaz e repulsivo se ele for esnobe, recalcado, grosseiro, bruto, hipócrita ou ficar sempre na defensiva. É por isso que clássico de Dale Carnegie, “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, deve estar na lista de leitura de todos os liberais. Você quer mudar o mundo ou apenas bater no peito e dizer que está certo? Você quer conversar com outras pessoas ou só consigo mesmo?
E pegue leve na negatividade! Alguns liberais falam só de más notícias. São aqueles que não veem nada de bom acontecendo em lugar algum. Esta atitude faz parecer que eles estão lhe dizendo: “Pare de se divertir. A única boa notícia é que não há nenhuma boa notícia. Se você acha que há uma boa notícia, vamos lhe dizer por que não é.” Essa atitude pega mal e raramente converte alguém. Heróis e histórias heróicas estão à nossa volta, não ignore-os fixando-se sempre nos canalhas e nas decepções.
9. NÃO EXIJA ACEITAÇÃO TOTAL E IMEDIATA
Você já se deparou com um liberal para o qual você é um pária se você não confessar todos os seus pecados intelectuais e se arrepender na hora? A história do progresso nas idéias nos dá poucos exemplos de pessoas que estavam erradas sobre tudo e passaram, de uma hora para outra, a estarem certas sobre tudo. Devemos ser pacientes, convidativos e compreensivos. Saiba quando as rachaduras estão aparecendo na parede de um oponente e lhe dê espaço para que ele mesmo a derrube. Lembre-se de que todos nós hoje pensamos diferente do que pensávamos no passado. Nenhum de nós saiu da barriga da mãe com uma cópia de “O Caminho da Servidão” nas mãos.
10. FAÇA ALIADOS, NÃO INIMIGOS 
Uma meia dúzia de liberais solitários e ineficazes – mas muito barulhentos – consideram-se juízes da fé. Eles agem como se o maior inimigo não fosse aquele que não abraça nenhum dos preceitos liberais, mas aquele que abraça alguns dos nossos preceitos, mas não todos. Então, quando eles encontram um colega liberal que já teve uma visão diferente, ou que se distancia da ortodoxia em uma questão ou outra, eles começam a atacá-lo. Isso os faz se sentir bem, mas prejudica a causa maior. Se queremos fazer do mundo um lugar melhor e mais liberal, não podemos fazer com que seja doloroso para alguém trilhar o caminho do descobrimento das nossas ideias. Precisamos ajudar mais e mais pessoas a se moverem na direção certa.
Que tenhamos todos um excelente 2015 e que as ideias liberais sigam prosperando Brasil afora!

Sobre o autor

Fabio Ostermann
Diretor de Relações Institucionais do IL
Formado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde também estudou Economia. Graduado em Liderança para a Competitividade Global pela Georgetown University (EUA) e em Política e Sociedade Civil pela International Academy for Leadership (Alemanha). Mestre em Ciências Sociais/Ciência Política na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). É Diretor de Relações Institucionais do Instituto Liberal.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Sete de cada dez brasileiros acham que ela tem alguma responsabilidade no escândalo da petropropina.

Uma vaca nada sagrada. 

Transformada numa espécie de vaca sagrada pelos petistas nas campanhas eleitorais, a Petrobras virou, na vida real, o centro de um esquema de corrupção para todos aqueles que queriam mamar fartamente nas tetas do governo. 

Não por acaso a nova pesquisa Datafolha mostra que a estatal
tornou-se num dos principais fatores de desgaste da presidente Dilma. Sete de cada dez brasileiros acham que ela tem alguma responsabilidade no escândalo da petropropina.(...) by Valdo Cruz

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/valdocruz/2014/12/1559135-uma-vaca-nada-sagrada.shtml

(Vídeo) - O Empreendedor e a Tecnologia - R. C. Sproul Jr.

(Vídeo) - O Empreendedor e a Tecnologia - R. C. Sproul Jr.

http://tecnologiareformacional.blogspot.com.br/2014/12/video-o-empreendedor-e-tecnologia-r-c.html

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Venezuela, destruída por chavismo, é fato incômodo para a esquerda - A inflação, acima dos 63% anuais, tende a avançar para o patamar dos três dígitos, aguçando o conflito social.

Venezuela, destruída por chavismo, é fato incômodo para a esquerda - A inflação, acima dos 63% anuais, tende a avançar para o patamar dos três dígitos, aguçando o conflito social.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://venezuelapetista.blogspot.com.br/2014/11/venezuela-destruida-por-chavismo-e-fato.html

terça-feira, 11 de novembro de 2014

O racismo de Karl Marx pelo economista americano negro Walter Williams

O racismo de Karl Marx

Walter Williams
© 2006 WorldNetDaily.com

Karl Marx é o herói de alguns líderes sindicalistas e organizações de direitos civis, inclusive aqueles que organizaram o recente protesto contra a legislação de imigração que foi proposta nos EUA. É fácil ser marxista para alguém que não leu o que Marx escreveu. A maioria das pessoas que leram concorda que as predições de Marx acerca do capitalismo demonstraram estar totalmente erradas.

O que a maioria das pessoas não sabe é que Marx era totalmente racista e anti-semita. Ele não dava importância aos mexicanos. Com relação à anexação da Califórnia depois da guerra entre o México e os Estados Unidos, Marx escreveu: “Sem violência, não dá para se chegar a realizar nada na história”. Então ele diz: “Será que é falta de sorte que a magnífica Califórnia tenha sido tomada dos preguiçosos mexicanos que não sabiam o que fazer com ela?” Friedrich Engels, co-autor com Marx do Manifesto do Partido Comunista, acrescentou: “Nos Estados Unidos, testemunhamos a conquista do México e nos alegramos com isso. É para o interesse de seu próprio desenvolvimento que o México seja colocado sob a tutela dos Estados Unidos”. Pode-se achar muitas das idéias de Marx num livro escrito pelo ex-comunista Nathaniel Weyl, intitulado “Karl Marx, Racist” (1979).

Numa carta de julho de 1862 para Engels, em referência a Ferdinand Lassalle, seu competidor político socialista, Marx escreveu: “…é agora completamente evidente para mim que, como provam a formação de seu crânio e seus cabelos, ele descende dos negros do Egito, presumindo que sua mãe ou avó não tinha cruzado com um preto. Ora, essa união de judaísmo e germanismo com uma substância negra básica deve produzir um produto peculiar. A impertinência do camarada é também característica dos pretos”.

Engels também tinha muitas das convicções filosóficas raciais de Marx. Em 1887, Paul Lafargue, que era o genro de Marx, havia se candidatado a uma vaga num distrito de Paris que continha um zoológico. Engels afirmou que Paul tinha “um oitavo ou um décimo de sangue de preto”. Numa carta de abril de 1887 para a esposa de Paul, Engels escreveu: “Estando em sua qualidade como preto, um grau mais próximo do resto do reino animal do que o resto de nós, ele é sem dúvida alguma o representante mais adequado desse distrito”.

Marx e Engels tinham em comum uma ideia muito comum em toda a historia da humanidade até hoje: a ideia de que algumas pessoas são dotadas com inteligência e sabedoria superior, e foram nomeadas para impor à força essa sabedoria nas massas.

Dr. Walter E. Williams é um americano negro, professor de economia na Universidade George Mason em Fairfax, Va, EUA.

Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo: www.juliosevero.com